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Pedagogia

DISCIPLINA DO CURSO DE PEDAGOGIA TRABALHA PRODUÇÃO DE TEXTOS

Reflexões didático-metodológicas no trabalho com a Língua Portuguesa, foram feitas a partir de análises de documentos oficiais, livros didáticos e organização dos conteúdos
 
A Unetri Faculdades, realizou trabalho de produção de textos, do tipo dissertativo-argumentativas.
Trata-se de uma prática realizada na disciplina de Princípios e Propostas Metodológicas da Língua Portuguesa, no Curso de Pedagogia, V período.
O trabalho teve a orientação da professora mestre Rosana Salete Piccininn.
Segundo a professora Rosana, o objetivo da atividade é apropriar-se de conhecimentos teóricos e reflexões didático-metodológicas no trabalho com a Língua Portuguesa, a partir de análises de documentos oficiais, livros didáticos e organização dos conteúdos.
 
VEJA AS PRODUÇÕES

PREMISSAS DO SURGIMENTO E DAS CONTRIBUIÇÕES DO LIVRO DIDÁTICO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO-APRENDIZAGEM
MIRANDA, Josiane
               Você sabe por que surgiu o livro didático? Propomos um breve pensamento para você, caro leitor, a respeito do surgimento do livro didático, a fim de que possamos compreender sobre a sua importância como ferramenta no ensino-aprendizagem.
Diante do exposto, cabe destacar que é necessário o docente participar de formações constantes, a fim de ter um vasto conhecimento acerca da língua materna e, consequentemente, utilizar o livro didático com propriedade e de maneira estratégica possibilitando ao aluno um ensino-aprendizagem de excelência.
O livro didático na língua portuguesa representa uma grande ferramenta aliada para o ensino, entretanto destacando que o mesmo não deve ser insubstituível, pois atualmente, não cabe somente ao mesmo dar auxilio ao professor, mas sim as várias tipologias de tecnologias, sendo assim, o professor terá autonomia para escolher as ferramentas a serem utilizadas no contexto de suas aulas.
                Diante disso destaca-se que, com as grandes diversidades de tecnologias, o livro ainda se faz presente na maior parte da rede de ensino da educação básica, e assim também cabe evidenciar a contribuição do livro para o professor, sendo que o mesmo permite auxilia no seu desempenho na prática docente.
                No entanto é relevante ressaltar que, os alunos percebam a importância do professor como mediador, porque o mesmo consegue constatar que o professor é superior ao livro didático, sendo assim o professor como mediador deve buscar alternativas para que os alunos percebam o seu papel.
                O livro didático é uma ferramenta de suma importância para a aprendizagem, sendo assim cabe ao professor ter discernimento de conhecer se o livro é bom para estar usando como auxilio no ensino, pois ele pode ser decisivo na qualidade do aprendizado. Sendo assim, cabe ao professor a dinâmica de observar as diversas contribuições que o livro tem a ofertar, entre elas o trabalho com as várias tipologias e gêneros textuais, relação gramatical contextual, bem como possibilidades de reflexões e construções por parte do aluno.
                No entanto o auxílio que o livro didático oferece aos alunos deve ser absorvido de forma correta e segura, caso contrário pode ocorrer uma grande influência conceitual negativa na vida social e até mesmo profissional do educando/cidadão. Com este viés, percebe-se a necessidade de utilizar o livro didático somente em situações e necessidades que, efetivamente, possibilita alavancar o saber do discente, não somente como a única ferramenta estratégica do professor ou da escola.
Diante da tese exposta, cabe ressaltar que o livro didático surgiu para que ocorra uma aprendizagem contextual e contemporânea no ensino. Sendo assim é necessário que, o professor avalie os conceitos essenciais condizentes para que seja elaborada a construção do ensino-aprendizagem, despertando nos alunos as competências e habilidades necessárias para os discentes.
               
O LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA É UM ALIADO OU UM VILÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM? 
HENTZ, Claudineia Motta de Almeida
               O livro didático de Língua Portuguesa é visto como um instrumento, uma referência didática para o professor. Em um breve histórico, pode-se observar que as primeiras proposições de distribuição e divulgação ocorreram no Brasil em meados dos anos de 1938.
Para a disciplina de Língua Portuguesa o livro didático é utilizado para proporcionar ao discente uma aproximação com a diversidade de textos e construção de projetos didáticos com a finalidade de ampliar a capacidade de leitura, escrita, oralidade e, acima de tudo, contribuir com a reflexão do uso da linguagem. É um grande aliado do professor, quando utilizado juntamente com diversidades metodológicas. O docente necessita ter clareza de saber assimilar, compreender e transformar essa ferramenta em propostas pedagógicas implantadas no contexto da instituição em que trabalha, possibilitando realizar o trabalho do ensino-aprendizagem de maneira consciente e, consequentemente, colaborando com o desenvolvimento da língua materna do indivíduo. 
                Cabe destacar que, para a construção de um livro didático é necessário utilizar o trabalho coletivo, pois agrega diversos agentes, dentre eles: escritores, editores, ilustradores, diagramadores, designer gráfico e revisores, sem tirar o foco das escolhas curriculares direcionadas aos interlocutores e aos devidos níveis de ensino.
                Entretanto o professor tem a função de obter diversidade de informações relacionadas à língua, visto que ela passa por modificações constantemente, a fim de atender as necessidades sociais de seus usuários. Diante disso, o professor ciente do funcionamento da língua, terá autonomia para escolher o livro didático de Língua Portuguesa dentro da educação básica da rede pública de educação.
Diante dos aspectos mencionados acima, cabe ressaltar que os livros didáticos de Língua Portuguesa adentraram na educação básica de maneira contínua, tendo como início no ano de 1996, quando o Fundo Nacional de Educação atribuiu ao Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) a produção e distribuição dos livros didáticos ao Ensino Fundamental para todas as disciplinas, porém para os três anos do Ensino Médio, somente em 2004 foi implantado o PNLD. O mesmo demonstra ser um material de qualidade, se o professor utilizar de um planejamento que personaliza os propósitos essenciais do material, deixando o ensino enriquecido e diferenciado, conforme as necessidades e peculiaridades encontradas dentro da sala de aula.

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