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5º FRONTEIRA IN CONCERT SERÁ DE 19 A 22 DE SETEMBRO

As características do Fronteira in Concert, integrando dois países, vários estados e municípios brasileiros e argentinos, em uma trifronteira, o tornam um evento único no mundo da música orquestral

 

Fotos: Edição do Fronteira In Concert em 2018 (crédito: CEMU/Divulgação)

A trifronteira, Barracão/PR, Dionísio Cerqueira/SC e Bernardo de Irigoyen/AR, vem se consolidando, também como polo regional de música erudita.

Neste contexto, há cinco anos acontece o festival Fronteira in Concert, levando música clássica para a população da trifronteira e região.

Neste ano, a 5ª edição do festival, será de 19 a 22 de setembro.

Na edição de 2018, mais de 300 jovens músicos participaram do evento, entre corais e orquestras, vindos de várias cidades da Argentina e do Brasil.

Para a edição deste ano, o Centro de Educación Musical - CEMU, de Bernardo de Irigoyen, que mantem a Orquestra Sinfônica Binacional CEMU e o Coral Infantil, juntamente com a Associação Allegro e com apoio dos municípios de Bernardo de Irigoyen, Dionísio Cerqueira e Barracão, estão trabalhando intensamente na organização do evento.

Segundo Miguel Angel Noguera e Carol Klosko, da coordenação do Festival, neste ano o evento deverá mobilizar mais de 500 jovens músicos.

Eles citaram que o festival terá uma audição, da qual solistas, duplas, trios, quartetos e quintetos instrumentalistas e de voz, de qualquer parte do mundo, poderão participar.

Os participantes devem ter entre 10 e 18 anos de idade.

Carol e Miguel Angel ressaltaram um dos grandes objetivos do Fronteira In Concert é promover a cultura e divulgar as orquestras brasileiras e argentinas, tornando-se um grande espaço para as orquestras e seus maestros demonstrarem seu trabalho e promoverem a disseminação da cultura e da música erudita, além de promover a integração fronteiriça pela cultura

“O sucesso que o Fronteira in Concert está conquistando e as características de sua realização, integrando dois países e vários estados e municípios brasileiros e argentinos, em uma trifronteira, o tornam um evento único no mundo da música orquestral”, concluíram Miguel Angel Noguera e Carol Klosko.


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