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O QUE PENSA ABRAHAM WEINTRAUB, O NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

Entenda como pensa o economista que substitui Ricardo Vélez Rodríguez à frente do MEC
 
Fonte: Nova Escola / novaescola.org.br
Foto: Abraham Weintraub, o novo Ministério da Educação (crédito: Rafael Carvalho/Casa Civil)
 
O economista Abraham Weintraub vai comandar a Educação a partir de agora, no governo de Jair Bolsonaro.
O ex-secretário executivo da Casa Civil tem uma carreira como professor na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e na iniciativa privada.
Quando seu nome foi anunciado pelo presidente, via Twitter, houve surpresa, pois pouca gente conhecia o currículo do novo ministro.
Abraham Weintraub é mais conhecido por suas propostas para a reforma da Previdência, que envolvem a aposentadoria fásica, que seria a reforma do sistema atual, e a poupança individual de aposentadoria (PIA).
Na visão do economista, as aposentadorias pelo INSS teriam teto bem menor que o atual, mas os trabalhadores poderiam receber antecipações – 25% do salário mínimo, a partir de 55 anos, com 20 anos de contribuição, subindo o porcentual gradualmente.
Já a PIA representa uma conta individual para aporte livre pelo trabalhador, administradas por instituições financeiras do mercado, e com isenção tributária.
Em palestras diante de empresários e estudantes, Weintraub é mais aberto sobre suas opiniões.
 Veja algumas frases do ministro:
"Diante de ameaças é necessário lutar pelo país em que se vive. Os venezuelanos descobriram isso muito tarde. Perderam o controle de sua pátria e hoje são colônia dos ditadores que controlam Cuba. São escravos".
"Esquerda ou direita, acho que é uma rotulação pobre. Somos humanistas, democratas, liberais, lemos a Bíblia (Velho e Novo Testamento) e a temos como referência".
"Durante o século XX, mais da metade das pessoas do mundo viveram sob alguma forma de terror. Hoje, a América do Sul, e o Brasil em particular, faz parte do espaço vital de uma estratégia clara para a tomada de poder por grupos totalitários socialistas e comunistas. Eu não acreditava nisso. Achava que era teoria da conspiração. Todavia, está tudo documentado! O Foro de São Paulo é uma realidade! As FARC eram convidadas de honra. O crack foi introduzido no Brasil de caso pensado. Vejam os arquivos, está na internet!".
"Se o Brasil tem uma filosofia de educação tão boa, Paulo Freire é uma unanimidade... Por que a gente tem resultados tão ruins comparativamente a outros países? A gente gasta em patamares do PIB igual aos países ricos".
"Tem gente que fala que sou muito radical. Não sou radical, eu sou aberto ao diálogo. Enquanto você não ameaçar a vida a integridade física de alguém, eu estou aberto ao diálogo".
"A gente vai pacificar o MEC. Como funciona a paz? A gente está decretando agora que o MEC tem um rumo, uma direção, e quem não estiver satisfeito com ela vai ser tirado. Existe, sim, obrigação de uma pessoa que está no time. Ela pode ter as convicções pessoais que for. Eu tenho as minhas convicções pessoais", declarou o ministro.
“Desejamos que o Brasil mude, que acabe o roubo epidêmico, a corrupção, os privilégios, o patrulhamento ideológico, o narcotráfico e a ameaça de totalitarismo bolivariano. Em 2014, acreditávamos que Marina era a melhor alternativa. Hoje, evidentemente, Jair Bolsonaro representa o Brasil do futuro pelo qual estamos dispostos a lutar".
 
"O que a gente quer do ministro Abraham é que faça os nossos jovens melhores que nossos pais e avós", disse o presidente Jair Bolsonaro, na cerimônia de posse do novo ministro da Educação, Abraham Weintraub.

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