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ESTADO DE SP CRIA PROGRAMA DE CONTRATURNO ESCOLAR DENTRO DE UNIVERSIDADES

Educa SP propõe atividades em instituições de ensino superior. Estudo indica que desempenho do ensino médio estadual está longe da meta
        
Fonte: por Júlia Marques / O Estado de S.Paulo /educacao.estadao.com.br
Foto: Programa do Estado de São Paulo propõe atividades do ensino médio em universidades (Foto: Felipe Rau/Estadão)

 
Como em colégios da rede privada, a conexão de alunos do ensino médio com o ambiente da universidade também é uma meta do governo do Estado de São Paulo, que lançou, em fevereiro, o programa Educa SP.
A proposta é que estudantes tenham acesso a atividades complementares em instituições de ensino superior públicas ou privadas.
Segundo o governador paulista, João Doria, deverão ser oferecidos cursos com duração de 6 a 7 meses no contraturno.
O desempenho de estudantes do ensino médio, na rede estadual de São Paulo, está longe da meta para a etapa.
Estudo divulgado pela Secretaria de Estado da Educação, com base em dados do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar (Saresp), indica que quase metade dos jovens que estão concluindo o ensino médio em São Paulo tem desempenho abaixo do básico em Matemática.
A etapa é considerada a mais crítica da educação básica em todo o Brasil.
“Estamos longe das metas programadas e temos um abandono de jovens, que não terminam o ensino médio. E entre os que vão para o ensino superior muitos não sabem como escolher seu projeto de vida”, disse o secretário da Educação, Rossieli Soares, no lançamento do programa.
“A universidade vai se aproximar mais dos futuros alunos e ocupar os espaços ociosos.”
Na segunda quinzena deste mês de abril, serão assinados os contratos entre as escolas de ensino superior e a pasta.
Já o período de inscrição dos alunos ocorrerá no mês de maio.
A meta para este ano, segundo Rossieli, é alcançar 30 mil alunos.

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